Resenha – Do seu lado – Fernanda Saads + playlist do livro

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Este é o tipo de livro que eu
classifico como aquele que serve para ler em qualquer lugar, pois é uma leitura
leve que não exige muita concentração do leitor.
O próprio título já dá um spoiler
do que acontecerá na história. Sarah e Igor são melhores amigos desde a faculdade
e trabalham juntos num escritório de arquitetura. Ele é apaixonado por ela, mas
ela só vai descobrir que também o ama quando Igor decide seguir em frente já
que não é correspondido. Até que o final feliz aconteça eles passarão por várias situações.  Há várias cenas clichês, mas
como eu disse no início, é um livro gostosinho de ler.
O que eu mais gostei foi da
playlist citada ao longo da história. Abaixo coloco as músicas ou bandas
citadas.
I Love You For Sentimental Reasons – Nat King
Cole



All Star – Nando Reis


Spending My Time Roxette


With or Without You – U2


Oasis e Coldplay ela não cita uma música específica, somente as bandas.Você pode comprar Do Seu Lado. O Grande Amor de Sua Vida Pode Estar Mais Perto do que Você Imagina na Amazon.

Clipes favoritos que eu curto

É assim. Enquanto estou lendo alguns livros, vou enrolando aqui com uns clipes musicais que gosto muito e quero compartilhar com vocês. Alguns destes clipes já tem bastante tempo, mas tem um ritmo que sempre faz a gente balançar.

1- Take On Me – A-HA

2- I Don’t Feel Like Dancin’ – Scissor Sisters

3 – White Lite – George Michael

4- Smiles Faces – Gnarls Barkley

5 -Billie Jean – Michael Jackson

 

Resenha – Quando a noite cai – Carina Rissi

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Briana
é uma jovem desastrada e sonhadora. Sonhadora no sentido literal da palavra,
pois todas as noites ela sonha com a Irlanda de 400 anos atrás com seus
castelos, princesa e um guerreiro de tirar o fôlego.
Por
causa dos desastres que provoca por onde passa, ela não consegue se manter em
nenhum emprego, até conhecer Gael, seu futuro chefe que para sua surpresa é
idêntico ao guerreiro irlandês de seus sonhos.
A
partir de então, Briana vai tentar descobrir o que Gael e o irlandês de seus
sonhos tem em comum.
A
autora nos brinda com uma história 2 em 1, pois ela intercala a história
principal do livro com a história dos sonhos de Briana e nos deixa ansiosos
para descobrir o desfecho delas a cada virada de página. 
Para
quem gosta de romances de fantasia, este livro é uma boa pedida. Minha única
crítica é que eu acho que houve um pouco de exagero nas partes de
“desastrices” de Briana, mas nada que atrapalhasse o enredo em si.
Mais
um livro de Carina Rissi para começar a ler e não querer parar.



Você pode comprar pela Amazon ou Livraria Cultura.

Resenha: Deuses Americanos – Neil Gaiman

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Eu não leio livro de fantasia com muita frequência, mas é o tipo de literatura que me agrada. No caso de Deuses Americanos, a leitura foi prazerosa.
Neil Gaiman consegue nesse romance adaptar conceitos mitológicos, herméticos e ocultos em uma narrativa moderna e urbana. Achei que mais do que a estória em si, a maneira como o autor tece os elementos da narrativa, revivendo deuses e adaptando práticas e idéias herméticas antigas em uma liguagem cotidiana foi o que mais me atraiu.
Este tipo de talento se faz muito necessário, pois está evidente que a espiritualidade ocidental, ainda não se adequou aos novos tempos. Apesar de suspeitar que Neil Gaiman não tem a intenção direta de fazer qualquer tipo de de atualização neste assunto. Mas no final das contas ele e outros artistas do mesmo segmento, acabam ajudando com a arte atender as necessidades metafísicas que desde os primórdios e ainda hoje todos nós sempre precisamos. Ouso a dizer que alguns artistas se antecipam aos cientistas, cabendo a estes últimos confirmar as idéias dos primeiros de acordo com as metodologias e experimentações que lhe são próprias.

A ficção permite que nos esgueiremos para dentro dessas cabeças, desses outros lugares, e olhemos por outros olhos. 
– Deuses Americanos

 

O protagonista da estória, Shadow, e sua contra parte, Wednasday, podem representar todos aqueles que começaram sua busca por uma transcedência e maturação do próprio ser. E o legal é que você acompanha a trajetória de Shadow, um cara de carne e osso em momentos de força e fraqueza, raiva e amor, determinação e confusão, trilhando um caminho de descoberta sobre si mesmo e sua função em toda estória. E isto em situações e cenários que poderiam ser com qualquer um de nós.
Eu aprecio muito estas narrativas, onde os personagens não seguem aquele modelo clássico e bem limitado do mocinho e vilão. Neil Gaiman aponta a dualidade volátil de coisas boas e ruins que existe em todos nós, encarnando os deuses com suas habilidades extraordinárias e com suas virtudes e vícios. Isso é bom, pois traz ao leitor aquele prazer da surpresa e imprevisibilidade em uma boa estória.

Que caminho você deseja seguir: o das verdades difíceis ou o das belas mentiras?
– Deuses Americanos

Um livro muito bom. Eu comprei a versão ebook na Amazon. Valeu a pena. Para
o leitor curioso, o livro pode conduzir a outras leituras pesquisando
sobre os nomes dos personagens, lugares e contos que formam o romance.Eu também assisti o primeiro episódio do seriado que tem o mesmo nome do livro, mas não gostei muito. O velho  ditado, né. “O livro é melhor do que o filme”. Mas achei excelente aquela conversa do Wednesday com o Shadow no avião em turbulência. Faz a gente pensar.

Automação em um dos Armazéns da Amazon


 

Este vídeo mostra um dos armazéns da Amazon que tem o auxílio de robôs que otimizam e agilizam a entrega de encomendas aos clientes.
O video faz parecer toda a engrenagem de estoque, gerenciamento e integração entre setores uma coisa tranquila e certa.
Quando um dos robôs leva um dos armários para a garota, imaginei que talvez chegue o dia em que um deles assobie para o mesmo tipo de garota e pergunte como está o trabalho, fofoque sobre o trabalho de outro robô ou até mesmo pergunte o que ela vai fazer no final do dia. Neste dia, eles não serão mais robôs e o que vai importar é como  nós vamos nos relacionar.. 😉

Bolsas Gorete

 

 

Minha esposa fez esta linda bolsa pra mim. Fiquei encantado e será bem usado, decorando minha mesa.
Ela vai postar outras bolsas do mesmo tipo no blog dela. Se ficou curioso visite o www.feitoamaoporjumelo.com.

MInha experiência com o Linux Manjaro

 

Eu tenho utilizado uma distribuição linux chamado Manjaro. O pessoal interessado em ter em seus computadores um sistema alternativo que não seja Windows, geralmente optam pelo linux e em distribuições baseadas em Debian. Eu dessa vez optei pelo Manjaro que é uma distribuição baseada no Arch Linux. Até então é o sistema que tem se mantido estável com a interface gráfica Gnome 3.24.2 no meu computador.
Eu me considero um tipo de usuário comum de computadores. Não tenho o talento de entender linhas de programação e nem quero ficar me preocupando em decorar uma série de comandos para usar o terminal do linux. Apenas desejo um sistema pronto para me atender quando eu precisar dele e que seja intuitivo, personalizável e bonito. Como vocês podem ver na primeira figura acima, esta é a atual tela do meu sistema. Eu fiz as modificações que o Gnome permite e deixei de maneira que agradasse aos meus olhos. E não foi difícil a personalização, bastando que fizesse o download de alguns arquivos e os extraísse na pasta certa. Mas o Manjaro oferece opcões de se baixar e instalar tudo no lugar certo, usando linhas de comando ou o aplicativo responsável em adicionar ou remover programas.A impressão que se tem é que o sistema sempre está pronto para lhe atender e com o Gnome o trabalho fica muito intuitivo. Abaixo está um screenshot do gerenciador de arquivo que oferece uma flexibilidade muito grande na manipulação e visualização de arquivos.

É possível acessar os aplicativos de duas maneiras. A do screenshot abaixo é a maneira tradicional de acessar o programas pelo menu do Gnome e você pode ir rolando até encontrar o que você precisa ou simplesmente digitar o nome do programa no campo de pesquisa.
O Pacman é o aplicativo que gerencia pacotes e com ele é possível fazer instalações e desinstalações de programas. Se o programa que você procura não estiver nos repositórios oficiais do Manjaro, existe a opção de fazer uma busca nos repositório AUR ( Arch User Repository ), mantidos pela comunidade Arch Linux. E existe também as atualizações para manter o sistema estável, adaptado a novos dispositivos, versões de programas ou mesmo fazendo correções necessárias.

 

Abaixo um screenshot do que acontece quando a tecla com o simbolo do Windows é acionada. Na tela aparece em conjunto todas as janelas ativas e com as áreas de trabalho do lado esquerdo. É possível trabalhar com múltiplas áreas de trabalho. Assim você pode organizar os programas por funções em cada área de trabalho. Por exemplo, deixar em uma apenas os programas que editam texto em outra os que são do tipo multimidia.

Na maior do tempo mantenho o Manjaro como sistema carregado no meu computador. Mas isto não significa que deixarei de usar o Windows 10. Mas tenho que admitir que prefiro usar o Manjaro, pois ele não apresenta as lentidões ou atualizações surpresas e obrigatórias dessa versão do Windows. Não uso uma configuração de hardware antiga. E o Linux Manjaro, como disse antes, sempre está pronto para me servir. E gosto muito da maneira que o Gnome gerencia o sistema: intuitivo, minimalista e muito personalizável.

Uma coisa chata é que não encontrei nenhuma receita que solucionasse o problema de suspensão que tenho com o Manjaro e até mesmo em outras distribuições Linux. Quando suspendo a máquina ela não retorna. Raramente consegui uma suspensão com um retorno normal. Esse tipo de problema não tenho com o Windows.

É possível encontrar várias análises e tutoriais sobre o sistema no YouTube, caso você tenha interesse de ver o sistema funcionando ou até mesmo queira aprender como instalar ele na sua máquina.

Parabéns a toda comunidade do software livre pelo tempo dedicado ao Linux e a tudo que o envolve. Eu sou um dos beneficiados pelo trabalho de vocês.