Poemas Alucinantes – O beco de Paris

Juntei moedas aposentadas de sonhos. E na idade de 74 anos, fui a Paris.

Fugindo de luzes comuns, entrei em um beco que cheirava a absinto 1864.  No beco, uma lâmpada brilhava a mesa de napoleões. Eles estavam apostando seus fígados envenenados por mercúrio em um jogo de cartas.

Ao voltar para casa, pendurei meu espanto em um porta-retrato. Prometi, desde então, nunca mais fazer uma viagem além de 10Km de Creta.